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O Nordeste lançou 46,9 mil unidades residenciais no primeiro semestre de 2026, crescimento de 15% sobre o mesmo período de 2025 e acima da média nacional, segundo a Abrainc. As vendas na região somaram 49,2 mil imóveis e R$ 22,3 bilhões. O avanço é quase todo do segmento econômico, com mais lançamentos ligados ao Minha Casa Minha Vida (+30%), enquanto o médio e alto padrão recuaram. Pernambuco foi o segundo estado da região, com 9,4 mil unidades, e Recife concentrou 3 mil lançamentos. Em João Pessoa, foram entregues 7,5 mil imóveis no semestre, alta de 13,8%.

Divulgado em 25 de agosto, o primeiro Índice de Velocidade de Vendas (IVV) da Paraíba, produzido pelo Secovi-PB em parceria com a BCB Inteligência, mediu R$ 2,73 bilhões em vendas de imóveis novos em João Pessoa e Campina Grande entre dezembro de 2025 e julho de 2026, com 6.027 unidades comercializadas. O Minha Casa Minha Vida responde por mais da metade das unidades, mas os empreendimentos fora do programa concentram 74,3% do valor — cerca de R$ 2,03 bilhões —, puxados por apartamentos compactos para investimento e locação de temporada em João Pessoa. A oferta disponível encerrou julho em 12.683 imóveis.

O mercado imobiliário do Grande Recife vendeu 4.018 apartamentos entre abril e junho de 2026, recorde histórico e alta de 34% sobre o mesmo trimestre de 2025, segundo a Ademi-PE e a Brain Inteligência Estratégica. Os lançamentos somaram 4.038 unidades e R$ 1,88 bilhão em VGV, mais que o dobro do início do ano. O Minha Casa Minha Vida e o Morar Bem Pernambuco concentraram 71,9% dos lançamentos verticais do semestre, enquanto o alto padrão quase sumiu: restou uma única unidade acima de R$ 5 milhões em estoque. Em João Pessoa, o cenário é mais frio — o CRECI-PB aponta queda de 13,8% nas vendas no 1º trimestre.

O primeiro Índice de Velocidade de Vendas (IVV) da Paraíba, divulgado pela Secovi-PB em 25 de agosto, apontou R$ 2,73 bilhões em vendas e 6.027 imóveis comercializados entre dezembro de 2025 e julho de 2026 em João Pessoa e Campina Grande. Empreendimentos fora do Minha Casa Minha Vida concentraram 74,3% do valor — o oposto do padrão do Nordeste, onde o programa domina.

O Tauá Resort & Convention João Pessoa, considerado o maior resort do país, está em operação plena desde 1º de julho no Polo Turístico de Cabo Branco. O empreendimento do Grupo Tauá soma mais de mil apartamentos e suítes, com potencial de gerar até 7 mil empregos diretos e mais de 20 mil indiretos quando o projeto completo estiver concluído.

Novo Índice de Velocidade de Vendas (IVV) do Secovi-PB mostra que o mercado imobiliário da Paraíba movimentou R$ 2,73 bilhões e vendeu 6.027 imóveis entre dezembro de 2025 e julho de 2026. O destaque é o avanço dos apartamentos compactos de um quarto voltados a investimento e locação por temporada em João Pessoa, concentrados em bairros como Jardim Oceania e Cabo Branco, em detrimento de lançamentos do Minha Casa, Minha Vida.

O número de turistas estrangeiros na Paraíba cresceu 127% entre janeiro e outubro, segundo dados da Embratur, impulsionando o interesse de investidores internacionais por imóveis em João Pessoa. A capital paraibana já é a 2ª capital brasileira em valorização imobiliária, e incorporadoras locais levaram projetos residenciais a uma feira internacional em Portugal.

Especialistas do setor projetam um segundo semestre ainda mais forte para o mercado imobiliário de João Pessoa, que soma 7.323 unidades em estoque no 2º trimestre de 2026. Bairros como Bessa e Jardim Oceania registram valorização anual entre 13% e 15%, enquanto a construção civil ajudou a Paraíba a crescer 5,2% em 2025 — mais que o dobro da média nacional.