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O Banco do Brasil intensificou o atendimento nas agências da Paraíba para produtores rurais e cooperativas que querem renegociar dívidas com base na Medida Provisória 1.376/2026, voltada a quem teve perdas climáticas ou de mercado em duas ou mais safras entre 2019 e 2025. No estado, há cerca de 5 mil operações em fase de contratação.

O Circuito Paraíba Agronegócios 2026, que reúne 70 exposições em todas as regiões do estado entre março e dezembro, projeta movimentar R$ 600 milhões em negócios — 50% a mais que os R$ 400 milhões registrados em 2025 — e deve reunir 1,5 milhão de visitantes ao longo do ano. O calendário chega reforçado por uma nova linha de crédito de R$ 310 milhões do Banco do Brasil para a safra 2026/27 no estado, sinalizando um momento de fôlego para o produtor rural paraibano.

O Nordeste encerrou a safra de grãos 2025/26 com 34,05 milhões de toneladas, alta de 8,4% sobre o ciclo anterior — mais do que o triplo do crescimento nacional de 2,6%. Paraíba (87,8 mil toneladas, +0,9%) e Pernambuco (353,5 mil toneladas, +0,7%) tiveram avanços tímidos, mesmo com redução da área plantada, enquanto Ceará e Rio Grande do Norte dispararam e Alagoas e Sergipe amargaram quedas de até 40%.

A Exposição Paraíba Agronegócio 2026, em João Pessoa, recebe nesta quinta-feira (17) o 1º Encontro Paraibano de Rastreabilidade Bovina, com 12 palestras sobre o novo sistema nacional de identificação individual de bovinos e búfalos, que passa a ser obrigatório a partir de janeiro de 2027. O evento, que reúne 500 expositores em 14 mil m² no Parque de Exposições Henrique Vieira de Melo, já recebeu cerca de 20 mil visitantes só no dia de abertura e tem expectativa de 200 mil pessoas até domingo (20). A pauta da rastreabilidade importa diretamente para a pecuária paraibana, que precisa se adaptar às novas exigências sanitárias e de mercado nos próximos anos.

A Exposição Paraíba Agronegócios 2026, aberta no domingo (13/09) no Parque de Exposições Henrique Vieira de Melo, em João Pessoa, ocupa 14 mil m² — ante 3,4 mil m² em 2025 — com 500 expositores e cerca de 2.500 animais de alta genética entre cavalos, bovinos, caprinos e ovinos. O evento, que segue até domingo (20/09), une leilões, julgamentos de raças e estandes de tecnologia, irrigação e energia renovável para o campo.

A Exposição Paraíba Agronegócios 2026 começou no domingo (13) no Parque de Exposições Henrique Vieira de Melo, em João Pessoa, com 500 expositores distribuídos em 14 mil m² — mais que o quádruplo da área de 2025. Até o encerramento, em 20 de setembro, a organização espera cerca de 200 mil visitantes e 2,5 mil animais em exposição, com leilões e torneios leiteiros.

A etapa de João Pessoa do Circuito Paraíba Agronegócios 2026 começa neste domingo (13) e vai até o dia 20, no Parque de Exposições Henrique Vieira de Melo, com entrada gratuita e expectativa de 200 mil visitantes. No total, o circuito estadual — com cerca de 70 exposições ao longo do ano — deve movimentar R$ 600 milhões em negócios, ante R$ 400 milhões em 2025.

As usinas paraibanas fecharam a safra 2025/2026 com queda de cerca de 24% na produção de açúcar, ante um recuo de pouco mais de 7% na moagem de cana, segundo o Sindalcool. A diferença entre os dois números é explicada por uma decisão estratégica do setor: diante de preços fracos do açúcar e da demanda garantida pela mistura obrigatória na gasolina, as indústrias priorizaram o etanol anidro. Um clima irregular — seca no início do ciclo e chuvas na colheita — reduziu o volume e a qualidade da cana. Em todo o Nordeste, a perda de açúcar na safra é estimada entre 500 mil e 600 mil toneladas.