Browsing: Economia
Investidores pessoa física da Paraíba somaram R$ 2,74 bilhões em renda variável na B3 no primeiro semestre de 2026, alta de 18,1% sobre o ano anterior. O número de contas ativas no estado já passa de 67 mil, crescimento puxado por maior acesso a informação financeira via redes sociais e plataformas digitais.
O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic de 14,25% para 14% ao ano, o quarto corte consecutivo, mas o comunicado veio com tom mais duro diante da inflação ainda pressionada e da incerteza internacional. Projeções de mercado indicam que a Selic deve fechar 2026 em 13,75%, o que mantém o crédito caro para empresas e consumidores da Paraíba e de Pernambuco por mais tempo do que o inicialmente esperado.
Dados do Caged mostram que João Pessoa respondeu por 86% do saldo de empregos formais gerados na Paraíba entre janeiro e junho de 2026 — 5.692 das 6.603 vagas líquidas do estado —, com crescimento de 2,43%, acima das médias nacional e nordestina. Recife aparece na 4ª posição entre as capitais do Nordeste, com alta de 2,25%.
Análise do economista Écio Costa, da UFPE, projeta crescimento de 3,2% para a economia paraibana em 2026, superando a média nacional de 2,1% e a do Nordeste, de 3,3%. O setor imobiliário de João Pessoa valorizou 15,15% em 2025, e o turismo movimentou R$ 623,7 milhões só em janeiro.
Pesquisa do Instituto Anova aponta crescimento de 15,9% no volume financeiro do São João de Campina Grande em 2026 frente ao ano anterior, com alta de 10% no público e 3,3 milhões de visitantes registrados. O evento também impulsionou a geração de cerca de 4 mil empregos formais na cidade nos cinco primeiros meses do ano.
Levantamento da Serasa Experian mostra que a Paraíba tem 92.381 empresas inadimplentes, com dívida média de R$ 18.720,81 por CNPJ — a segunda maior média da região. Pernambuco lidera entre os vizinhos, com 216.291 empresas negativadas, atrás apenas da Bahia no Nordeste, que soma ao todo mais de 1,2 milhão de CNPJs com contas em atraso.
Relatório ‘Resenha Regional’ do Banco do Brasil projeta crescimento de 4,4% para o PIB da Paraíba em 2026 — o maior do Nordeste e o terceiro maior do país, mais que o dobro da média nacional (2,0%). Construção civil puxa o resultado, num momento em que o estado mantém rating de crédito máximo e investimentos bilionários em curso no litoral.
O Comitê de Política Monetária reduziu a Selic para 14% ao ano nesta semana, corte de 0,25 ponto percentual decidido por unanimidade — a quarta redução seguida desde março de 2026, quando a taxa estava em 15%. O comunicado do BC cita riscos inflacionários ainda elevados, mas o mercado já precifica mais um corte na reunião de setembro.
O comércio pernambucano deve movimentar R$ 226,5 milhões neste Dia dos Pais (9 de agosto), segundo levantamento do Hub do Comércio da Fecomércio-PE — mas o número representa uma retração real de 3,6% frente a 2025, na contramão da expectativa nacional, que projeta crescimento de 2,9% para a data, a R$ 8,52 bilhões, segundo a CNC. A explicação apontada pela pesquisa: restrição ao crédito e aumento da inadimplência das famílias, mesmo com o desemprego no menor patamar em 13 anos.
O Brasil já exportou US$ 190,66 bilhões entre janeiro e o início de julho de 2026, 11,8% a mais que no mesmo período de 2025, com destaque para a indústria extrativa (+81,7%) e a carne bovina (+43,9%). O resultado ajuda a sustentar o real e contrasta com a pressão das novas tarifas americanas sobre setores específicos.
