Browsing: Comércio Exterior
Segundo reportagem da Folha, Márcio Elias afirmou em 13 de outubro que as exportações brasileiras para a União Europeia cresceram 30% entre maio e setembro de 2026, na comparação com igual período de 2025. O dado foi apresentado pelo ministro como resultado do acordo entre os blocos, em vigor desde maio, conforme a publicação.
Os ministros Márcio Elias Rosa e Mauro Vieira se reúnem com o representante comercial americano, Jamieson Greer, durante o encontro de ministros de Comércio do G20, entre 30 de setembro e 1º de outubro. Aço, açúcar, etanol, calçados e roupas seguem com sobretaxa de 25%, que pode chegar a 37,5% em alguns casos.
Com US$ 8,809 bilhões exportados e US$ 6,41 bilhões importados na semana, setembro acumula superávit de US$ 6,452 bilhões. A indústria extrativa lidera a alta das vendas externas, com avanço de 52,2%. No ano, o saldo chega a US$ 61,77 bilhões, 36,3% acima de 2025.
A Abitrigo revisou de 7,5 milhões para cerca de 9 milhões de toneladas a projeção de importação de trigo do Brasil, após perdas climáticas na safra nacional, estimada em 5,7 milhões de toneladas. A Argentina deve colher 22 milhões de toneladas e ter mais de 16 milhões disponíveis para exportar. Os números foram apresentados nesta quinta-feira (24), na Fiesp.
Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, divulgados pela plataforma Data Nordeste da Sudene, mostram a Paraíba empatada com o Acre na última posição do ranking regional de exportações em agosto, enquanto o Nordeste como um todo bateu recorde do ano com US$ 3 bilhões vendidos ao exterior, puxado pela Bahia e pelo agronegócio do Matopiba.
Dados da Sudene (plataforma Data Nordes) mostram que a Paraíba exportou apenas US$ 10 milhões em agosto de 2026, o pior resultado entre os nove estados nordestinos, empatada com Alagoas. Em 2025, o estado somou US$ 178,6 milhões em exportações (alta de 8%), mas amargou déficit comercial de US$ 813 milhões. Pernambuco, por outro lado, colheu no ano passado o segundo maior resultado agro de sua história, puxado por 428,6 mil toneladas de açúcar exportadas.
As exportações do Nordeste somaram US$ 3 bilhões em agosto de 2026, o maior valor mensal da região neste ano, puxadas pela China e pelo agronegócio do Matopiba. O resultado contrasta com o baque nas vendas brasileiras aos Estados Unidos, que acumulam queda de 12,4% em 2026 sob o peso das novas tarifas americanas — um cenário que ainda reverbera sobre importadores e exportadores de Pernambuco e Paraíba.
A balança comercial brasileira fechou a primeira semana de setembro de 2026 com superávit de US$ 1,91 bilhão, salto de 233,7% sobre igual período do ano passado, puxado por exportações de US$ 7,30 bilhões (+31,7%). O resultado nacional tem eco direto no Nordeste: o Porto de Suape, em Pernambuco, já acumula alta de 25,6% na movimentação de cargas no primeiro semestre, enquanto o Porto de Cabedelo, na Paraíba, cresce 31,41% no quadrimestre e recebe mais R$ 105 milhões em obras de ampliação.
As exportações brasileiras saltaram 31,7% na primeira semana de setembro de 2026 ante igual período do ano passado, gerando superávit comercial de US$ 1,9 bilhão, segundo dados do governo federal. O resultado nacional tem reforço direto de Pernambuco e da Paraíba: o novo terminal 100% eletrificado da APM Terminals em Suape, que recebeu seu primeiro navio em 2 de setembro, tem potencial de injetar R$ 4,8 bilhões em exportações, enquanto o Porto de Cabedelo, após R$ 300 milhões em investimentos, amplia calado e capacidade para atrair novos operadores de exportação.
A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,906 bilhão na primeira semana de setembro de 2026, com exportações de US$ 7,298 bilhões — alta de 31,7% sobre o mesmo período de 2025 — e importações de US$ 5,392 bilhões, segundo boletim do MDIC divulgado em 8 de setembro. No acumulado do ano, o superávit já soma US$ 57,224 bilhões, 36,7% acima do registrado em 2025, e o ministério projeta US$ 90 bilhões ao final de 2026. Em Pernambuco e na Paraíba, o comércio exterior segue trajetórias diferentes: Recife amargou déficit em março, enquanto o Porto de Cabedelo ganha força puxado pelas exportações de açúcar.
