Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, municípios pernambucanos associados ao Complexo Industrial Portuário de Suape, registraram déficit comercial de US$ 2,6 bilhões entre janeiro e setembro de 2026. Os dados da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) foram divulgados em reportagem publicada em 26 de outubro.
No período, as exportações dos dois municípios somaram US$ 434,6 milhões, enquanto as importações chegaram a US$ 3 bilhões. A diferença entre as compras e as vendas externas corresponde ao saldo negativo informado pela reportagem.
O que os números mostram
O resultado indica que, no recorte de nove meses apresentado, o valor das importações superou o das exportações nos municípios considerados. A apuração disponível não detalha quais produtos ou setores responderam pelos fluxos, nem aponta as razões para a diferença entre compras e vendas externas.
Os valores se referem a Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho e não devem ser interpretados, sem dados adicionais, como um balanço completo do Complexo de Suape ou de todo o comércio exterior de Pernambuco. A reportagem associa os municípios ao complexo portuário, mas não apresenta uma divisão dos números por instalação ou atividade.
Período analisado
O levantamento cobre janeiro a setembro de 2026. Assim, o déficit divulgado não representa o resultado anual fechado, e a apuração não informa como o saldo evoluiu em comparação com o mesmo intervalo de 2025.
Com os dados publicados, é possível afirmar a diferença entre importações e exportações no período e no recorte municipal indicado. Não há informações suficientes na apuração para atribuir o resultado a uma causa específica ou estimar seus efeitos sobre empresas, empregos ou a economia estadual.
